1ª Jornada Multidisciplinar de Cuidados Paliativos

Cuidados paliativos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são definidos como ações que consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento.

Apesar de ser bastante divulgado, o termo ainda não é completamente compreendido por pacientes, familiares e até por profissionais de saúde, porque em geral é associado à terminalidade. No entanto, o serviço pode começar quando o paciente recebe o diagnóstico de uma doença potencialmente letal. Um paciente de Alzheimer, de Parkinson ou de alguma outra doença degenerativa, por exemplo, começa a receber cuidados paliativos desde o seu diagnóstico, e passará anos sob esses cuidados. Portanto, o cuidado paliativo não é, nem de longe, o cuidado que se presta à beira da morte.

Com o objetivo de aprimorar os conhecimentos sobre o tema, a Projeto Home Care iniciou, em 17 de novembro, sua 1ª Jornada Multidisciplinar de Cuidados Paliativos, voltada para suas equipes de saúde e para os seus parceiros.

A programação, que vai até 6 de abril de 2021, inclui aulas semanais on-line, pela plataforma Zoom, que disseminarão conceitos técnicos, humanos e bioéticos como manejo da dor, nutrição, cuidados orais e com a pele do paciente, sintomas respiratórios e uso d de equipamentos ventilatórios, comunicação, experiência do paciente, sedação paliativa, luto, morte, importância da escuta ativa, entre outros.

Entre os facilitadores, estão Daniela Fonseca, enfermeira, sócia e Diretora Assistencial da Projeto Home Care; Sonia Silva, enfermeira, sócia e Coordenadora Assistencial, e a médica geriatra Karol Thé, Coordenadora Médica.

Segurança do paciente é segurança na saúde

* Por Daniela Fonseca

Quando a pandemia começou, lá trás, em março, fiz um vídeo de desabafo. Estava preocupada com o que aconteceria com o mundo, com os pacientes, com os sistemas de saúde e, sobretudo, com os profissionais de saúde. Me incluindo nessa. Porque sabia que nós estaríamos na linha de frente da batalha, enfrentando escassez de recursos, descaso de governos, medo, insegurança, morte.

A guerra ainda não acabou. Olho os números e penso: quantas pessoas que se foram. Isso não pode ser normal. Foram vidas perdidas e gente que não pode se despedir direito de seus amores. São muitas pessoas com sequelas graves deixadas pelo coronavírus. Sem contar as consequências da falta de tratamento para outras doenças, que ficaram negligenciadas em meio ao caos. Estamos aprendendo ainda. Temos um caminho longo pela frente, mas acabamos nos acostumando com os números de mortos, com o novo normal que não é normal, com as dificuldades.

Hoje é o Dia Mundial da Segurança do Paciente, 17 de setembro. Não nos livramos do vírus, e talvez ele nunca nos deixe. Teremos que aprender a conviver com ele. Mas acredito que o mais importante é termos aprendido alguma coisa disso tudo. Uma, duas ou três lições importantes essa pandemia tem que deixar, especialmente para os serviços de saúde e para os profissionais que lá estão. Sem eles, aliás, não existe acolhimento, cuidado, tratamento, cura. Sem eles não existe nem morte digna.

Um dos grandes aprendizados, portanto, que temos que tirar disso tudo é que os profissionais de saúde valem muito. E precisam estar no centro dos debates, precisam estar seguros, precisam estar sadios e ter condições de trabalho dignas, acesso à programas de melhoria contínua e serem acolhidos por equipes de saúde mental que possam lhes trazer conforto quando tudo parecer sem saída. Não à toa, o mote da campanha mundial do Dia da Segurança do Paciente é: “trabalhador de saúde seguro, paciente seguro”.

* Daniela Fonseca é enfermeira e Diretora Assistencial da Projeto Home Care

Aula sobre segurança do paciente

Em 9 de outubro, Gisele Rodrigues Rezende, avaliadora das metodologias ONA e ACSA de acreditação em serviços de saúde, comandará a aula “Segurança do Paciente: o princípio da qualidade na assistência domiciliar”.

A aula é aberta à participação dos colaboradores de Projeto Home Care e dos demais profissionais de saúde que tenham interesse no tema. As inscrições estão abertas: http://www.projetohomecare.com.br/educa

A importância do Serviço Social em home care

* Por Maria Antonieta Rulli 

O papel do assistente social é o de organizar as mais diversas questões sociais que em sua grande maioria interferem na evolução do tratamento do paciente. Todo o contexto familiar deve ser levado em consideração, visto que dadas interferências afetam inclusive a resposta clínica ao tratamento proposto. Trata-se de uma profissão de ajuda e apoio.

O trabalho já começa na análise do processo de desospitalização, sendo uma de suas tarefas avaliar o local para onde o doente será transferido. Por meio de entrevistas com os familiares e visitas à residência, informa os direitos e deveres de todos os envolvidos e propõe as melhorias necessárias no ambiente.

Contudo, acreditamos que uma das principais funções do assistente social dentro do home care é de atuar junto à equipe multiprofissional de atenção domiciliar, aproximando os profissionais, reforçando a necessidade de parceria no trabalho a fim de evitar conflitos, insatisfações, retrabalho e no fim, evitar e minimizar prejuízos a toda a cadeia assistencial.

Considerando a proximidade da família e a criação de vínculos positivos, é possível o assistente social mensurar a qualidade de atendimento prestado e identificar dificuldades técnicas e/ou operacionais, objetivando melhorar a satisfação do paciente e da família, além de promover a adoção de medidas preventivas e/ou corretivas para todo o processo.

Diante da pandemia da COVID-19, onde todos os profissionais de saúde foram surpreendidos, o papel do assistente social torna-se mais essencial nas orientações aos familiares e na avaliação domiciliar, visando o total isolamento do paciente. Além disso, é ele quem acompanha a equipe multiprofissional no treinamento dos que estão na linha de frente, atuando junto ao paciente e à família.

O assistente social ainda é o responsável por manter um canal de relacionamento e atendimento sempre aberto, demonstrando profissionalismo e responsabilidade, mantendo a equipe multiprofissional informada, sempre comprometido na solução de possíveis conflitos

A atuação desses profissionais no período pós-pandemia será primordial para manter todas as necessidades supridas, a equipe multidisciplinar e família seguros e a fonte pagadora ciente das necessidades.

* Maria Antonieta Rulli é assistente social e gestora de Relacionamento Empresarial na Projeto Home Care

Estoques de sangue têm queda na pandemia

Em geral, o mês de julho, com férias escolares e inverno, já costuma registrar queda no número de doações de sangue no país. Em 2020, a situação é mais agravada: desde março, com o decreto de calamidade pública, quarentena e paralisação de atividades, as pessoas têm comparecido menos ainda aos hemocentros, deixando os estoques em situação crítica.

Diversas ações, desde então, tem sido adotadas para estimular as pessoas a doarem sangue, desde a criação de postos de coleta itinerantes pelos bairros de São Paulo, capital, até a criação de um sistema de agendamento, pela Fundação Pró-Sangue. O objetivo do agendamento é organizar melhor o serviço, garantindo isolamento, mínimo contato com equipes de saúde e comodidade aos doadores, que podem escolher data, hora e seis opções de postos de coleta (Clínicas, Dante Pazzanese, Regional Osasco, Baurueri, Mandaqui e Stella Maris).

Os requisitos básicos para doar sangue são:

– Estar em boas condições de saúde;

– Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos precisam de autorização);

– Pesar no mínimo 50kg;

– Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);

– Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);

– Apresentar documento original com foto recente, que permita a identificação do candidato, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social, Carteira Nacional de Habilitação e RNE-Registro Nacional de Estrangeiro);

Entre os impedimentos temporários, estão:

– Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas;

– Gravidez;

– 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;

– Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses);

– Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;

– Tatuagem / maquiagem definitiva nos últimos 12 meses;

– Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses;

– Qualquer procedimento endoscópico (endoscopia digestiva alta, colonoscopia, rinoscopia etc): aguardar 6 meses;

– Extração dentária (verificar uso de medicação) ou tratamento de canal (verificar medicação): por 7 dias;
– Cirurgia odontológica com anestesia geral: por 4 semanas;
– Acupuntura: se realizada com material descartável: 24 horas; se realizada com laser ou sementes: apto; se realizada com material sem condições de avaliação: aguardar 12 meses;
– Vacina contra gripe: por 48 horas;
– Herpes labial ou genital: apto após desaparecimento total das lesões;
– Herpes Zoster: apto após 6 meses da cura (vírus Varicella Zoster);
– Brasil: estados como Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são locais onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses para doar, após o retorno;
– EUA: quem esteve nesse país deve aguardar 30 dias para doar, após o retorno;
– Europa: quem morou na Europa após 1980, verificar aptidão para doação no (11) 4573-7800;
– Malária: quem esteve em países com alta prevalência de malária deve aguardar 12 meses após o retorno para doar. (critério semelhante ao dos estados brasileiros com prevalência elevada de malária);
– Febre Amarela: quem esteve em região onde há surto da doença deve aguardar 30 dias para doar, após o retorno; se tomou a vacina, deve aguardar 04 semanas; se contraiu a doença, deve aguardar 6 meses após recuperação completa (clínica e laboratorial).

Principais impedimentos definitivos

– Hepatite após os 11 anos de idade;

– Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;

– Uso de drogas ilícitas injetáveis;

– Malária.

Mais informações: http://www.prosangue.sp.gov.br

Lembre-se de checar quais os critérios para a doação. Acesse o site http://www.prosangue.sp.gov.br para agendar e corra! A vida não espera!

Projeto Home Care promove curso sobre controle da dor

Na noite desta quinta-feira, 23 de julho, a Projeto Home Care realizou seu primeiro curso on-line, para mais de 70 participantes, com o tema “Escada Analgésica no Controle da Dor em Home Care”. A iniciativa integra o rol de ações educativas da área de Qualidade da Projeto, agora em formato on-line, para preservar o distanciamento social e a segurança dos participantes. No público, estavam profissionais de saúde que atuam em assistência domiciliar, interessados em angariar conhecimento sobre o tema. O curso foi gratuito e aberto à participação de interessados, com emissão de certificado.

Abrindo os trabalhos, a Diretora Assistencial da Projeto Home Care, Daniela Fonseca, agradeceu a presença de todos e comemorou o sucesso do evento on-line. “Estamos muito felizes de termos vocês todos aqui reunidos”, disse. A Diretora Médica, Márcia Brandão Dias, também agradeceu e lembrou que a dor é uma parte muito importante da assistência em saúde. “Como todos devem saber, a Projeto Home Care está em processo de acreditação. E a dor, dentro desse processo, tem um capítulo inteiro dedicado a ela no Manual de Acreditação. Isso mostra a importância do tema”, ressaltou.

A Coordenadora Médica da Projeto Home Care, Karol Thé, geriatra e especialista em dor e cuidados paliativos, ministrou a palestra. Iniciou a apresentação lembrando que o Brasil será, já em 2025, o sexto país do mundo com a maior população de idosos. “O envelhecimento vem acontecendo de forma exponencial, e nos traz o desafio de lidar com essa população, que é heterogênea”, afirmou.

Embora a dor não deva ser encarada como um fenômeno normal, muitos trabalhos na área mostram que 25% dos idosos morrem sem ter o controle adequado da dor, que pode ser de múltiplas causas. Ainda: quase 50% dos idosos em cuidados extra-hospitalares apresentam dor com frequência diária. As mais comuns podem ser causadas por osteoartrites, fraturas, úlcera de pressão, retenção urinária, constipação, deficiência de vitamina D, entre outros fatores. Por isso, a dor é considerada o quinto sinal vital a ser checado pelo profissional de saúde, junto com pulso, pressão arterial, temperatura e frequência respiratória.

Mas, como medir a dor?

Existem várias formas, segundo a médica Karol Thé. E pode variar de paciente para paciente, dependendo de sua condição. Pode ser usada desde a escala de dor visual analógica, formada por faces e cores, até a escala PACSLAC (Pain Assessment Checklist for Seniors with Limited Ability to Communicate). Essa última, utilizada como padrão ouro na Projeto Home Care, leva em conta diversos fatores, desde expressão facial até movimentos de corpo, alterações de humor. “Ela não nos dá um score, mas é um checklist”, ensinou Karol.

Uma vez avaliado o paciente, o tratamento da dor também precisa ser planejado, e o monitoramento precisa ser contínuo. “Idosos com dor têm maior prevalência de sofrerem quedas e apresentarem prejuízo funcional. Por isso, reduzir a incapacidade relacionada à dor é mais importante do que eliminar completamente a dor”, lembrou a geriatra. Deve-se ainda evitar anti-inflamatórios, já que são medicamentos com efeitos adversos prejudiciais. “Um quarto dos idosos entram na emergência por efeitos adversos pelo uso de anti-inflamatórios”, alertou.

Educar o paciente e a família em relação aos medicamentos, utilizar analgésicos com dose baixa, usar um medicamento por vez quando possível e lançar mão de estratégias não medicamentosas como acupuntura, fisioterapia e terapias cognitivo-comportamentais também são medidas importantes.

Para finalizar, Karol Thé lembrou a todos que a IASP – International Association for the Study of Pain elegeu 2020 como o ano global da Prevenção da Dor. E que já em 2010, na Declaração de Montreal, instituiu-se que o acesso ao tratamento da dor é um direito fundamental. “Viver com dor não é normal, mesmo com o processo de envelhecimento”, finalizou.

Orientações sobre o manejo clínico do coronavírus

Já são quase três mil casos detectados de coronavírus, e 81 mortes até o momento, todas na China. Nomeado oficialmente de 2019-nCoV, o novo coronavírus é similar a outros dois identificados nas últimas décadas, mas apresenta um comportamento diferente dos demais: ele é transmissível antes dos sintomas aparecerem, o que dificulta a contenção da doença.

Para a contenção, a identificação e o tratamentos da doença, é importante que profissionais e serviços de saúde sigam alguns protocolos:

DIAGNÓSTICO

Suspeitar de paciente que apresente queixa de sintomatologia respiratória com história epidemiológica compatível. Os principais sintomas são: febre, tosse e dispneia;

Histórico de viagem a locais com casos confirmados 14 dias antes do surgimento dos sintomas;

Que a pessoa tenha estabelecido contato com casos suspeitos 14 dias antes do surgimento dos sintomas (que tenha estado a aproximadamente dois metros de um paciente com suspeita de caso, dentro da mesma sala ou área de atendimento, por um período prolongado, sem uso de equipamento de proteção individual. O contato próximo pode incluir: cuidar, morar, visitar ou compartilhar uma área ou sala de espera de assistência médica ou, ainda, nos casos de contato direto com fluidos corporais, enquanto não estiver usando o EPI recomendado).

CUIDADOS NO AMBIENTE HOSPITALAR

Isolar paciente em quartos com pressão negativa;

Familiares e acompanhantes devem utilizar máscara N95;

Realizar a higiene das mãos, especialmente com o uso de gel alcoólico e praticar a tosse com etiqueta;

Profissionais de saúde imunossuprimidos ou gestantes não deverão ser designados para o atendimento de pacientes com suspeita de coronavírus.

CASO PROVÁVEL: caso suspeito com o teste inconclusivo para 2019-nCoV ou com teste positivo em ensaio de pan-coronavírus;

CASO CONFIRMADO: indivíduo com confirmação laboratorial para 2019-nCoV, independente de sinais e sintomas;

CASO DESCARTADO: caso suspeito com resultado laboratorial negativo para 2019-nCoV ou confirmação laboratorial para outro agente etiológico.

Fonte: Ministério da Saúde

Projeto Home Care completa 21 anos e lança vídeo institucional

A gente escolheu o Dia Internacional da Medicina Integrativa, aquela que reafirma a importância da relação paciente e profissional de saúde, para lançar um vídeo muito especial, que vem sendo produzido há dois meses. Nele, contamos a nossa história e registramos esse momento pelo qual estamos passando, de optar pelo caminho da acreditação.

Estamos muito, muito felizes de poder dividir um pouco dos nossos 21 anos de vida com vocês. Rumo aos 22.

Queremos ser o primeiro serviço de acreditação certificado pelo selo ACSA no Brasil.

Convidamos você a assistir conosco este momento!

Acesse o link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=qhdH-DfHpow

Curso de Terapia Infusional

Seguindo nossa agenda de cursos e workshops de aprimoramento profissional, iniciamos 2020 com programação voltada para a enfermagem: em 14 de janeiro (terça) e 17 de janeiro (sexta) teremos o curso “Boas Práticas na Terapia Infusional”, ministrado pela professora Luciana de Giussio. A partir das 14h, na Projeto Home Care, totalmente gratuito. É profissional da enfermagem e se interessou? Escolha uma data e se inscreva. Informações pelo telefone 📞 11 20660058 

A terapia infusional é realizada pelos acessos venosos periféricos e/ou centrais, que podem ser subcutâneos, intradérmicos, intramusculares e endovenosos. A diferença na aplicação entre os acessos venosos é que os intravenosos periféricos podem ser agulhados ou flexíveis. Já os acessos venosos centrais só podem ser realizados por dispositivos implantáveis.

A vantagem da terapia infusional em comparação a outros tipos de tratamento é que o medicamento é injetado diretamente na corrente sanguínea do paciente, fazendo com que o organismo absorva seu conteúdo de uma maneira ainda mais rápida.

Entretanto, esta vantagem pode ser também o motivo de um grande problema para o paciente. Se o profissional que realizar o procedimento não estiver bem preparado, o paciente pode sofrer com graves consequências, como inflamações na veia (flebite), infiltração (extravasamento de líquido para fora do vaso sanguíneo, o que pode causar um edema na parte do corpo onde foi aplicado o medicamento), além de hematomas. Além disso, também há a chance de contágio de germes e bactérias, em caso de inadequação dos equipamentos e do local a ser realizado.

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